A Coordenação Provisória do Fórum de Economia Solidária do Município de Campos dos Goytacazes convida para a reunião que irá se realizar na próxima quarta-feira, dia 27 de abril, às 15h no auditório do Palácio da Cultura. Na reunião será apresentada uma proposta de Regimento Interno para o Fórum e escolhida a nova Coordenação, além de outros assuntos.
Poderão participar representantes de Empreendimentos Populares, de Associações, Cooperativas, e de Grupos de Trabalho ou Comercialização autogestionários. A reunião também é aberta para representantes de Movimentos Sociais, ONG's, representantes do Poder Público e pessoas interessadas no tema da Economia Solidária.
Espera-se a participação de representantes de diversos segmentos como: pesca, artesanato, reciclagem, agricultura familiar, costura, customização e borbados, alimentação e outras.
O Fórum de Economia Solidária de Campos dos Goytacazese está recebendo apoio da Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares (ITEP) da UENF, e do Setor de Economia Solidária da Secretaria de Assistência Social e da Família de Campos dos Goytacazes.
Para maiores informações:
Telefone 2739.7335
e.mail: itep@uenf.br ou ecopopsolidariacampos@hotmail.com
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
III Conferência Local de Controle Social
No último dia 14, quinta-feira, representantes de diversos setores da sociedade civil organizada, da Câmara de Vereadores e de segmentos populares estiveram presentes na III Conferência Local de Controle Social, intitulada "O Complexo do Açu, os impactos e as oportunidades", organizada pela ITEP e pelo Movimento Nossa Campos. O encontro aconteceu no auditório de Física, no prédio do CCT, na UENF e teve por objetivo a criação de um fórum de debates que irá propor ações concretas para o enfrentamento dos desafios inerentes à implantação Complexo Portuário-Industrial do Açu na região.
O evento foi uma continuação da exposição do tema, que começou em dezembro de 2010, com a primeira Conferência. Mediado pelo professor Hamílton Garcia, o encontro deste mês buscou unir a produção de conhecimento às reivindicações dos grupos sociais diretamente impactados pela implantação dos empreendimentos já que, segundo o professor, "o Poder Público não está empenhado no acompanhamento desse processo e os resultados em relação às demandas ficam no meio do caminho". Durante o debate, foi sentida a falta de representantes da Prefeitura de São João da Barra, município que abrigará o Complexo do Açu e uma das principais interessadas em sua instalação.
Algumas intervenções importantes aconteceram durante a Conferência, como a observação, por parte de Jorge Carvalho Cruz, da Associação dos Pescadores Artesanais do Rio Paraíba do Sul, do fato de que o empreendimento ainda não provou que é sustentável, já que as obras estariam diminuindo a quantidade de peixes no Rio Paraíba, pois os peixes costeiros que migram para o rio estão se desviando da sua foz. A Coordenadora da ITEP, Nilza Franco, defendeu que o fórum seja um espaço aberto e plural de forma a promover um desenvolvimento para todos e não apenas para os políticos no poder e as empresas envolvidas no Complexo. A assistente social Liliane Cardoso, também da ITEP, enfatizou que é preciso acompanhar não só os impactos nos indicadores econômicos da região, mas também no desenvolvimento social e econômico das famílias.
Na reunião, foi criado o Fórum de Debates do Complexo do Açu, que será formado por representantes das entidades que estiveram presentes à reunião. Elas assinarão uma carta de adesão e indicarão representantes para acompanhar os trabalhos do Fórum. Outros interessados também podem aderir ao Fórum, bastando, para isso, encaminhar o desejo à ITEP, através de sua Coordenadora, Nilza Franco.
Outros detalhes sobre a reunião podem ser vistos no blog UENF Controle Social.
O evento foi uma continuação da exposição do tema, que começou em dezembro de 2010, com a primeira Conferência. Mediado pelo professor Hamílton Garcia, o encontro deste mês buscou unir a produção de conhecimento às reivindicações dos grupos sociais diretamente impactados pela implantação dos empreendimentos já que, segundo o professor, "o Poder Público não está empenhado no acompanhamento desse processo e os resultados em relação às demandas ficam no meio do caminho". Durante o debate, foi sentida a falta de representantes da Prefeitura de São João da Barra, município que abrigará o Complexo do Açu e uma das principais interessadas em sua instalação.
Algumas intervenções importantes aconteceram durante a Conferência, como a observação, por parte de Jorge Carvalho Cruz, da Associação dos Pescadores Artesanais do Rio Paraíba do Sul, do fato de que o empreendimento ainda não provou que é sustentável, já que as obras estariam diminuindo a quantidade de peixes no Rio Paraíba, pois os peixes costeiros que migram para o rio estão se desviando da sua foz. A Coordenadora da ITEP, Nilza Franco, defendeu que o fórum seja um espaço aberto e plural de forma a promover um desenvolvimento para todos e não apenas para os políticos no poder e as empresas envolvidas no Complexo. A assistente social Liliane Cardoso, também da ITEP, enfatizou que é preciso acompanhar não só os impactos nos indicadores econômicos da região, mas também no desenvolvimento social e econômico das famílias.
Na reunião, foi criado o Fórum de Debates do Complexo do Açu, que será formado por representantes das entidades que estiveram presentes à reunião. Elas assinarão uma carta de adesão e indicarão representantes para acompanhar os trabalhos do Fórum. Outros interessados também podem aderir ao Fórum, bastando, para isso, encaminhar o desejo à ITEP, através de sua Coordenadora, Nilza Franco.
Outros detalhes sobre a reunião podem ser vistos no blog UENF Controle Social.
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